Top Ten #fail da oposição a Lula

Não é nada fácil a vida da oposição ao político mais popular da face da Terra. Sete anos após assumir o governo, não chega a 10% a parcela da população que considera o governo Lula ruim ou péssimo. Mas ninguém pode acusar a oposição de não tentar, de não cumprir seu trabalho com engenho e artes. Em homenagem a esta grande obra apresentamos um ranking com os dez melhores #fail da oposição (ou fracassos em português, vulgo “deu com a cara na porta de teflon”). Caso ache que deixamos algum momento de fora, ou discorde do ranking (afinal, ranking é coisa dos tempos do Paulo Renato no MEC), deixe sua opinião nos comentários

Décimo Lugar

Dossiê de Daniel Dantas com as contas de Lula no exterior

Em 17 de maio de 2006, reportagem publicada na Veja por Marcio Aith (hoje na Folha de S. Paulo) conta de um dossiê que traz informações sobre contas no exterior de Lula e de outras pessoas que então faziam parte do governo, como Luiz Gushiken, José Dirceu, Marcio Thomaz Bastos e Paulo Lacerda (a maioria dessa turma inimigos declarados de Dantas). A própria Veja, após 6 meses de investigação não conseguiu garantir a autenticidade do dossiê. Mas decidiu publicá-lo mesmo assim porque também não teria conseguido provar que não era verdadeiro.  A publicação, e seu colunista Diogo Mainardi, pediram “coragem” à Daniel Dantas contra o governo, que ele tomasse uma atitude corajosa e denunciasse os petistas para restaurar a ética no país. Dantas pulou fora de assumir a responsabilidade pela confecção do dossiê e perdeu a chance de se sagrar um “herói da ética republicana”. Por que será? A matéria você pode ler aqui

Nono Lugar

CPI da Petrobras

A oposição conseguiu criar uma CPI para apurar escândalos na Petrobras, para mostrar que a empresa estava sendo aparelhada e saqueada pelo PT e colocar o governo na defensiva nas discussões do pré-sal.  Parecia uma boa ideia. Mas no único escândalo encontrado relacionado com um petista, o responsável já tinha sido afastado e estava sendo investigado pela própria Petrobras. Aí a oposição descobriu que o mercado financeiro não gostava da ideia de ver as ações da Petrobras sujeitas aos humores da CPI. E que politicamente a CPI ia trazer lembranças dos tempos que a empresa estava decadente e sendo encaminhada para se chamar “Petrobrax” e era criticada pelo PSDB e PFL. E que isso ia pegar mal com os eleitores. E a imprensa mundial continuou a babar ovo na Petrobras e nas descobertas do pré-sal em todo período. E aí a imprensa lembrou que a Petrobras é um dos maiores anunciantes do país e a oposição que ela tem relações de negócios com quase todos os maiores grupos empresariais, muitos deles financiadores de campanhas.  E aí a Petrobras resolveu criar um blog em um serviço de publicação gratuito (hoje não está mais nele), e um simples blog (muito bem feito) foi a pá de cal nessa brincadeira http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/

Oitavo Lugar

Lula é um bêbado

Essa deu até no New York Times, com Diogo Mainardi e Leonel Brizola como fontes. Lula de fato não é abstêmio, como o sensatíssimo e exemplar ex-presidente  norte-americano George W. Bush. Mas esse argumento, muito repetido até hoje, e que já foi usado várias vezes por Augusto Nunes, foi respondido de maneira bem direta pelo próprio durante a campanha de 2006 com a seguinte contra-pergunta: alguém já o viu bêbado em reunião de trabalho ou cerimônia pública?

Sétimo lugar

O grampo sem áudio da PF sobre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres

A revista Veja (começa a notar um certo padrão nesses #fail?) publicou em setembro de 2008 que  o ministro do Supremo Tribunal Federal tinha sido grampeado pela Agênica Brasileira de Inteligência, a Abin. Como prova, uma conversa dele com Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Diz a revista: “O diálogo entre o senador e o ministro foi repassado à revista por um servidor da própria Abin sob a condição de se manter anônimo.” O que você deduz da frase anterior? Que a Veja possuia o aúdio desse grampo. Que ele estaria no site da revista, para dar bastante page view e seria devidamente repassado as autoridades. Afinal, se Veja publicou até a transcrição desse aúdio. E note o seguinte…Mesmo que houvesse o aúdio, teria que se provar que foi a Abin que tinha grampeado os dois. E não que um ou outro (um senador da oposição e um presidente do supremo que constamente entra em atrito com o Executivo) tinha gravado a conversa. E que o governo tinha ordenado isso, não sendo uma ação “desgarrada” de um agente, para se configurar o dito “Estado policial”, ou “república dos grampos”. O problema básico é o seguinte: esse aúdio nunca apareceu. Nunca, jamais. Até hoje não se sabe como Policarpo Junior e Expedito Filho, que assinam o texto, fizeram a transcrição de um aúdio que nunca foi ouvido, que nunca apareceu. Vale a pena reproduzir o tal diálogo abaixo. Sem o aúdio, ficamos sem saber se o texto abaixo é obra de um jornalista paranormal ou de um péssimo dramaturgo. Reproduzam o diálogo em voz alta com um amigo, e sinta como flui natural a conversa…(eu sempre imagino esse papo com as vozes do Marco Bonfá e do Paulo Bianchi)

“Gilmar Mendes – Oi, Demóstenes, tudo bem? Muito obrigado pelas suas declarações.

Demóstenes Torres – Que é isso, Gilmar. Esse pessoal está maluco. Impeachment? Isso é coisa para bandido, não para presidente do Supremo. Podem até discordar do julgado, mas impeachment…

Gilmar – Querem fazer tudo contra a lei, Demóstenes, só pelo gosto…

Demóstenes – A segunda decisão foi uma afronta à sua, só pra te constranger, mas, felizmente, não tem ninguém aqui que embarcou nessa “porra-louquice”. Se houver mesmo esse pedido, não anda um milímetro. Não tem sentido.

Gilmar – Obrigado.

Demóstenes – Gilmar, obrigado pelo retorno, eu te liguei porque tem um caso aqui que vou precisar de você. É o seguinte: eu sou o relator da CPI da Pedofilia aqui no Senado e acabo de ser comunicado pelo pessoal do Ministério da Justiça que um juiz estadual de Roraima mandou uma decisão dele para o programa de proteção de vítimas ameaçadas para que uma pessoa protegida não seja ouvida pela CPI antes do juiz.

Gilmar – Como é que é?

Demóstenes – É isso mesmo! Dois promotores entraram com o pedido e o juiz estadual interferiu na agenda da CPI. Tem cabimento?

Gilmar – É grave.

Demóstenes – É uma vítima menor que foi molestada por um monte de autoridades de lá e parece que até por um deputado federal. É por isso que nós queremos ouvi-la, mas o juiz lá não tem qualquer noção de competência.

Gilmar – O que você quer fazer?

Demóstenes – Eu estou pensando em ligar para o procurador-geral de Justiça e ver se ele mostra para os promotores que eles não podem intervir em CPI federal, que aqui só pode chegar ordem do Supremo. Se eles resolverem lá, tudo bem. Se não, vou pedir ao advogado-geral da Casa para preparar alguma medida judicial para você restabelecer o direito.

Gilmar – Está demais, não é, Demóstenes?

Demóstenes – Burrice também devia ter limites, não é, Gilmar? Isso é caso até de Conselhão.

(risos)

Gilmar – Então está bom.

Demóstenes – Se eu não resolver até amanhã, eu te procuro com uma ação para você analisar. Está bom?

Gilmar – Está bom. Um abraço, e obrigado de novo.

Demóstenes – Um abração, Gilmar. Até logo.”

No começo da “conversa” eles estariam falando das polêmicas decisões de Gilmar Mendes de conceder dois Habeas Corpus para o banqueiro Daniel Dantas.  O escândalo do grampo sem aúdio durou algumas semanas e alimentou a “CPI dos Grampos” até que morresse justamente pela falta dessa evidência básica do crime. Mas ele serviu para ajudar a tese de defesa de Daniel Dantas e a queda de alguns dos responsáveis pela Operação Satiagraha, principalmente o delegado Paulo Lacerda.

Eu juro, mas juro mesmo, que até hoje eu aguardo e quero que apareça este aúdio. Sei lá, marquem um estúdio e gravem os dois, façam algo… Porque esta história é tão embaraçosa que até eu fico com vergonha alheia por ela…Policarpo, Expedito, boa sorte nas buscas!

Sexto lugar

A volta da inflação

Em 2008, os preços dos alimentos no mundo, entre outras commodities, dispararam. Era mesmo uma ameaça real. A oposição apostava que o governo não conseguiria deflagrar o aumento dos alimentos, que penalizaria os mais pobres, desgastando a base de apoio de Lula.  Na Argentina o governo tabelou os preços e entrou em conflito aberto com os produtores, causando falta de produtos nos supemercados. No Brasil Lula ampliou o crédito agrícola e disse que feijão crescia em três meses então a solução para a inflação dos alimentos era plantar, e que a crise era uma oportunidade para o Brasil ampliar sua produção e mercados. Bem…

Nesse distante mês de junho de 2008 Veja dizia que a inflação tinha voltado “no Brasil e no mundo”. E que todo mundo conhecia as armas para combater este monstro. Bastava coragem. As armas eram aumento dos juros, por um lado, e corte de gastos públicos, do outro. Era a receita prescrita pelos sábios da Veja, em texto assinado por Marcio Aith (nota um padrão?).

Menos de quatro meses depois, em meados de setembro, o mundo entrava na pior crise econômica desde 1929, com recessão e deflação. A receita indicada (e aplicada) para resolver o problema “no Brasil e no mundo” passa a ser o corte de juros e aumento dos gastos públicos. Não tem a ver com este post, mas eu me sinto injusto sacaneando com esta capa/matéria porque depois, em 24 de setembro a Veja fez essa coisa ridícula aí embaixo. O link para a matéria está na imagem…quem entende de economia e acompanhou a crise pode entrar e rolar de rir. O pacote que eles falam que tinha sido aprovado foi recusado pelo congresso só foi sair efetivamente dias depois da revista ter saído de circulação, com muitas alterações em relação a “barriga” que eles comeram. E ah, não salvou ninguém da crise. Nem os Estados Unidos. Muito mais a gente, que está saindo da crise antes deles, não vice-versa.

Quinto lugar

O Brasil estaria a beira de um novo apagão

Você não vai se lembrar dessa. Mas em 2007 a oposição tinha certeza que hoje o Brasil estaria com falta de energia elétrica. O sistema não aguentaria o ritmo de crescimento econômico. Um apagão provaria a incompetência do governo Lula em geral, e Dilma em particular, em planejar e executar obras de longo prazo. Mais ou menos como o governo Fernando Henrique em 2001, atingido pelo apagão 7 anos após tomar possse…De fato a gente não tem um sistema elétrico com uma folga grande. Mas choveu, choveu e choveu no Brasil. E como a principal base da energia brasileira é hidrelétrica, a coisa ficou fora do campo real e eleitoral e a oposição esqueceu o assunto. Houve também a construção de algumas linhas de transmissão estratégicas, mas a grande “explicação” para o apagão que você NÃO está vivendo hoje ficou por conta da sorte do Lula. O que nos leva ao quarto  #fail

Quarto Lugar

Sorte, azar, crises econômicas, marolinhas e tsunamis

Eu gosto do nosso quarto lugar porque ele mistura duas ciências muito próximas: economia e esoterismo. Faz tempo que você não vê mais isso, mas você já deve ter lido em alguns lugares e ouvido de alguns tios que Lula tinha sorte por não ter enfrentado nenhuma crise econômica internacional, enquanto FHC enfrentou duas. Vamos fingir que FHC enfrentou só duas crises econômicas e não quatro (falam da crise da Ásia e da Rússia, mas esquecem a provocada pelo próprio Brasil em 1999, e o contágio da crise da Argentina, que aplicava as mesmas políticas que o Brasil em doses maiores, em 2001, combinada com a tensão pré-eleitoral). Aí veio 2008 e a maior crise econômica mundial desde 1929. E Lula disse que a crise ia bater no Brasil como uma “marolinha”. E foi taxado de irresponsável, ignorante, despreparado etc…E a oposição aguardava o desemprego, recessão e a chance de pegar a eleição em 2010 com o governo no contrapé. O que aconteceu? A política de acúmulo de reservas do Banco Central impediu o derretimento do real e a inflação, a descentralização do comércio externo reduziu o impacto da crise no comércio exterior (ao contrário do México, por exemplo), a ação dos bancos públicos garantiu o crédito, e políticas industriais pontuais de redução de impostos e ampliação de financiamentos deram fôlego a setores com grandes cadeias de produção e/ou mão de-obra intensiva (construção civil, eletrodomésticos e automóveis). Essas políticas deram certo por causa do trabalho anterior que já vinha sendo feito de ampliação do mercado consumidor interno (através de políticas sociais, aumento do salário mínimo e regularização do mercado de trabalho). Tirando o acúmulo de reserva TODAS as demais políticas foram ou são criticadas pelo PSDB-DEM em um ou outro momento e vão no sentido contrário das chamadas “Reformas” (em tese eles são a favor da redução de impostos, mas não da redução pontual e temporária como estratégia de política industrial, que foi o que o governo fez).

Resultado no campo econômico: para espanto, inclusive meu, que achava que esta expressão ia lhe custar caro, um ano depois da crise, o jornal francês Le Monde me sai com essa:

Lula acertou ao falar que crise era ‘marolinha‘, diz ‘Le Monde’

O artigo completo do Le Monde está aqui

A recuperação do crescimento mundial depende do Bric – 17/09/2009

Resultado no campo esotérico: Se formos levar a sério o argumento de que é uma questão de “sorte”, você prefere um político sortudo ou azarado?

Terceiro lugar

Agripino Maia “acusa” Dilma de ter mentido sob tortura

Não tem muitos feitos, vamos dizer assim, “pessoais” nessa lista.  Mas acho que este merece o terceiro lugar. Rapidinho para entender o contexto. Havia uma escalada de acusações sobre uso indevido de cartões corporativos por membros do alto escalão do governo para gastos pessoais. A revista Veja (óia o padrão!) teria “recebido” do governo a elaboração de um dossiê de gastos pessoais no governo Fernando Henrique Cardoso, da ex-primeira dama Ruth Cardoso. A versão da revista: ao invés de ser “usada” pelo governo para atacar o ex-primeiro casal, a sagaz equipe de Veja denunciou que o dossiê foi feito na Casa Civil, e que ela nobremente não tinha se sujeitado a esta armação (como fez no décimo #fail dessa lista)! Essa história até hoje não está 100% esclarescida. Mas esta, vamos dizer assim, 90%. Ela é #fail por dois motivos. Primeiro porque começaram a se acumular indícios em cima de indícios de que o dossiê foi entregue para a Veja não pelo governo para atingir FHC, mas pelo senador Álvaro Dias, do PSDB, para atingir a Dilma. Ou seja: uma pessoa do próprio PSDB queria fazer parecer que o governo estava tentando acertar FHC divulgando dados dele na imprensa. Na realidade, o dossiê foi passado para um assessor de Dias por um funcionário da Casa Civil que havia sido indicado por   José Dirceu (para assinantes da Folha de S. Paulo, matéria que explica o caso: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0905200802.htm). O segundo motivo foi que na hora de inquirir Dilma no Congresso, Agripino Maia manda esta infeliz pergunta. Depois dela e da resposta da Dilma, a coisa toda ficou meio sem clima…

Segundo lugar

A redução de votos de Geraldo Alckmin no segundo turno da eleição de 2006

Merece o segundo lugar por quanto isso é bizarro e raro politicamente, e dá a dimensão do tamanho da derrota política da oposição em 2006.  Geraldo Alckmin, entre o primeiro turno da eleição disputado com vários candidatos, e o segundo, disputado apenas com Lula, não só não conseguiu atrair os votos dos outros candidatos como perdeu 2,4 milhões de votos. Segundo estimativas do Datafolha, 14% dos eleitores que votaram nele no primeiro turno migraram para Lula no segundo. Detalhe: no Brasil, desde a criação das eleições em dois turnos, tal fenômeno só tinha acontecido uma única vez antes dessa…Mais sobre o ocorrido nessa matéria feita na época pelo G1 Se Lula tivesse sido eleito por uma pequena margem no primeiro turno, entraria no segundo governo bem mais fraco.  O debate sobre as privatizações e a ampla margem obtida no segundo turno revitalizaram o governo. E eu começo a achar que esta história de sorte e azar não é tão maluca assim…

Primeiríssimo lugar

Mensalão

O Mensalão foi certamente o maior sucesso da oposição ao governo Lula. Seus desdobramentos derrubaram os dois principais ministros do governos (José Dirceu e Antonio Palocci), o líder do governo na Câmara, João Paulo Cunha, o tesoureiro e o presidente do PT – Delúbio Soares e José Genoino . Todos caíram com denúncias bem fundamentadas. Lula ficou acuado durante mais de um ano e o caso destroçou a imagem ética que o PT tinha antes dele. Na realidade, havia uma avenida aberta para se tentar o impeachment de Lula em 2005. Mas sabe como é…Quanto maior o tamanho, maior a queda e por isso o Mensalão foi o maior #fail da oposição à Lula. Porque no rancho fundo do copyright da origem do mineiroduto do carequinha Marcos Valério acabaram descobrindo um tucano: o senador e ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo, um homem que até hoje preza para que a propriedade intelectual e os direitos de autor sejam respeitados nesses tempos de internet. Nesse caso específico, nada mais justo. Ele poderia até ter usado uma licença Creative Commons para o mineiroduto e o mensalão serem usados pelo PT, ora, por que não? Essa descoberta acabou freando o ímpeto da oposição de ir até o fim em um embate pelo impeachment. DEM+PSDB acreditaram que Lula estava acabado e era apenas questão de tempo para derrotá-lo nas eleições de 2006, não valia a pena a briga institucional de um impeachment que o tornaria mártir, racharia o país e colocaria tensão em um futuro governo. Mainardi, por exemplo, escreveu que Lula cairia “nos próximos meses”, e com isso ele (Mainardi) veria sua carreira terminar.  Isso em novembro de 2005. Lula trocou Palocci e Dirceu por Mantega e Dilma, venceu as eleições e segue bastante popular.  Mainardi continua um sucesso, assim como a revista em que ele trabalha. Dantas continua livre e Gilmar Mendes na presidência do Supremo Tribunal Federal. Vários dos envolvidos no mensalão voltaram ao congresso e o processo contra Palocci foi arquivado no STF.

Não é bonito quando a história termina em final feliz para todo mundo?

7 Comentários

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7 Respostas para “Top Ten #fail da oposição a Lula

  1. quantotempodura

    Rapaz…. mandou bala demais.

  2. aiaiai

    clap, clap, clap..era tudo o que eu precisava para terminar essa sexta-feira dando risada

  3. João da Luz

    Adoro um resumão destes.
    As coisas adquirem uma coerência.
    Tá nos favoritos

  4. Pingback: Apagão Agricola | Hammax | Empresa com loja de informatica em Itaquera Zona leste, Instalação de CFTV, rede e criação de sites

  5. Sergio

    O apagão chegou. Com um pouco mais de um mês de atraso desse seu artigo, mas ta ai.
    Uma nova oportunidade para a opisição. Mas pelo retrospecto, não devem aproveitar de forma apropriada.
    Respeito muito suas opiniões, apesar de não concordar com todas. Viva a democracia.
    Parabéns.

  6. Perfeito! Só faltaram a ficha falsa da Dilma Roussef e o caso Lina Vieira…

  7. Juliano

    Faltaram os dólares de cuba nessa lista…

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